“(…) o objeto parcial é posto em si mesmo sobre o corpo sem orgãos, tendo como sujeito não um “eu“, mas unicamente a pulsão que forma com ele a máquina desejante, e que entra em relações de conexão, de disjunção e de conjunção com outros objetos parciais no seio da multiplicidade correspondente, na qual cada elemento só pode definir-se positivamente.” (deleuze; guattari, 1972, p. 86)
esse blog é um convite às bricolagens, aos pensamentos marginais, à tentativa de ultrapassar a barreira de qualquer representação e dar lugar à realidade. chega de interpretações ou metáforas: as coisas são o que são, no momento em que são, de acordo com suas relações do instante.
bem-vindos.
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